Saturday, April 27, 2013

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Wednesday, April 24, 2013

EDUCAÇÃO CONTROLE MENTAL E NOVA ORDEM MUNDIAL

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Lésbicas são culpadas de assassinato macabro; o caso aconteceu em 2006 na África do Sul



Lésbicas são culpadas de assassinato macabro; o caso aconteceu em 2006 na África do Sul
Fonte: www.iol.co.za/news


Jandre Botha, de quatro anos, se recusou a chamar a amante lésbica de sua mãe de "pai" - e pagou com sua vida. 

Engeline Nyysschen foi considerada culpada
de assassinato. Foto: The Mercury 
O pai de Jandre, Jan Botha, esteve na galeria pública do Tribunal Regional de Vereeniging na quarta-feira, quando sua ex-esposa,Hanelie Botha, 31, e sua companheira, Engeline Nysschen, 33, foram consideradas culpadas do assassinato macabro de seu filho.

Ele sentou-se no tribunal segurando as mãos de sua noiva, Yolanda Deysel, e ouviu  atentamente a magistrada Rita Willemse, em seu julgamento, aceitar a evidência, entre os motivos que levaram à provação brutal de Jandre, a sua recusa em chamar de Ysschen de "papai".


O tribunal ouviu as evidências de Lydia Nkomo e sua filha Aletta Lesiba. Elas trabalharam para o casal de lésbicas em sua loja na época em que presenciaram Ysschen agredir violentamente Jandre enquanto exigia que ele a chamasse de "papai".

Ambas testemunharam que enquanto Jandre era agredido, sua mãe não conseguiu intervir ou protegê-lo. Evidências mostraram que ele tinha sofrido ferimentos horríveis, incluindo uma fratura no crânio e danos cerebrais, assim como pernas quebradas, clavícula, mãos e pelve.

O tribunal aceitou a evidência do Professor Mohammed Dada, um especialista em trauma, que disse que os ferimentos do menino foram semelhantes aos de uma pessoa que havia caído de um prédio de dois andares.

Ao fim do julgamento, Willemse reconheceu que não havia provas substanciais que ligasse Hanelie (a mãe), aos assaltos, mas disse que ela era igualmente culpada de assassinato por não ter, em seu dever legal, protegido a criança contra o abuso e a violação.

O tribunal considerou que ela havia mentido para o Dr. Elna Gibson, um dos médicos que trataram Jandre, dizendo que o menino obteve seus ferimentos depois de ter escorregado na banheira.

O tribunal decidiu que ela havia mentido para proteger sua companheira Nysschen. Os médicos que examinaram Jandre, rejeitaram a versão das duas de que ele tinha escorregado na banheira. Eles disseram que uma foi preciso uma "força excessiva" para infligir o tipo dos ferimentos fatais sofridos por Jandre.

Convencida da culpa das duas, Willemse desmentiu a versão delas e disse que havia evidência médica substancial antes, sobre a natureza das lesões sofridas por Jandre.

"Eu aceito a evidência dos profissionais médicos que são especialistas em seus campos. Existem documentos substanciais colocados diante de mim. A maioria deles tem experiência médica que se estende ao longo de um período de 15 anos.

Todos eles desmentem a versão das acusadas e são unânimes em afirmar que as lesões do falecido vinham sendo causadas já há algum tempo.

É impensável que a mãe da criança não poderia ter conhecimento sobre essas lesões fatais. O morto também teve as pernas quebradas e sua mãe deveria estar ciente disso".

   Hanelie Botha / Foto: The Mercury
A magistrada criticou Hanelie por não denunciar o abuso de Jandre nas mãos de sua amante para os assistentes sociais, que monitoravam o progresso do menino depois que ela ganhou a custódia dele durante uma longa batalha judicial com seu ex-marido. Ela também não conseguiu relatar o abuso para seu ex-marido.

O pai do menino tomou conhecimento do abuso de Jandre apenas no dia da sua morte, 12 de junho de 2003. Nysschen entrou em contato com ele e disse que Jandre havia caído no início do dia e tinha morrido.

Willemse questionou a aptidão de Hanelie como mãe, dizendo que, mais tarde, seus pais se aproximaram de seu ex-marido e deram a ele ajuda financeira para que ele lutasse pela custódia do filho.

Ao repreender HanelieWillemse disse: "Hanelie não era impotente. Ela estava bem ciente da violenta explosão de Engeline... Ela poderia ter chamado o pai da criança para ajudar, mas ela não o fez. Ela não fez nada para proteger seu próprio filho".

A magistrada rotulou o testemunho de Engeline de mentiroso e desesperado, por se contradizer em seu depoimento.

Hanelie e Ysschen foram ainda condenadas por agressão com intenção de causar danos corporais graves e negligência infantil, por não fornecer ou procurar tratamento para as fraturas de membros de Jandre.

O caso foi adiado até 26 de junho de 2006 para um relatório pré-sentença.

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Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os


Fonte: imagem veiculada no facebook

Jun 14, 2012
Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os
WASHINGTON, DC, 15 de junho (C-FAM) Um estudo pioneiro revela que filhos adultos de “pais” homossexuais e lésbicos experimentam consequências sociais, econômicas e emocionais vastamente mais negativas do que crianças criadas dentro de famílias biológicas intactas.
A qualidade do estudo do professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas, frisa as deficiências de estudos anteriores nos quais os ativistas homossexuais têm se apoiado para conceder às duplas de mesmo sexo um direito de se casar e adotar crianças.
“A alegação empírica de que não existem diferenças dignas de nota tem de ir embora”, disse Regnerus em seu estudo publicado na revista Social Science Research.
O abrangente estudo de Regnerus examina aproximadamente 3.000 filhos adultos de oito diferentes estruturas de família e os avalia dentro de 40 categorias sociais e emocionais. O estudo revela que as crianças que permanecem com famílias biológicas intactas tinham educação melhor, experimentavam maior saúde mental e física, menos experiências com drogas, menos atividade criminosa e relataram no total níveis mais elevados de felicidade.
As maiores consequências negativas foram constatadas entre filhos de mães lésbicas. Isso contradiz estudos defeituosos popularizados pelos meios de comunicação que afirmam que crianças se saem bem, ou melhores, com mães lésbicas. O estudo de Regnerus mostrou consequências negativas para esses filhos adultos em 25 de 40 categorias, inclusive índices muito mais elevados de agressão sexual (23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou um adulto, em contraste com 2% dos filhos criados por pai e mãe casados), saúde física inferior, mais depressão, mais uso de maconha e desemprego mais elevado (69% dos filhos de lares lésbicos estavam vivendo às custas de programas de assistência do governo, comparados com 17% dos filhos de pai e mãe casados).
O estudo de Regnerus desmascara um informe de 2005 da Associação Americana de Psicologia muitas vezes citado que concluiu: “Nem um único estudo constatou que filhos de pais lésbicos ou gays têm desvantagens em qualquer aspecto importante em relação aos filhos de pais heterossexuais”.
Em contraste com Regnerus, os estudos anteriores compararam filhos de pais homossexuais com filhos de famílias de padrasto e mães solteiras. Regnerus também se apoia unicamente em informações diretas de filhos adultos em vez de opiniões de seus pais.
Um segundo novo estudo confirma que os estudos que a AAP promoveu com muito elogio são inconfiáveis. Loren Marks, professor adjunto da Universidade Estadual da Louisiana, revelou que os estudos da AAP tinham dados limitados e focaram em papéis de gênero e identidades sexuais. Eles negligenciaram examinar os resultados educacionais, emprego, risco de abuso de drogas, conduta criminal ou suicídio dos filhos.
Os desacreditados estudos apoiados pela AAP têm sido usados em tentativas para impactar decisões legais internacionais.
Amicus curiae apresentado no caso E.B. versus França no Tribunal Europeu de Direitos Humanos defendeu direitos de adoção para duplas de mesmo sexo citando estudos da AAP com alegações de que não existe nenhuma evidência científica objetiva para justificar “tratamento diferente de duplas de mesmo sexo que desejam adotar porque (até onde a FIDH, ILGA-Europa, BAAF e APGL sabem) todos os estudos científicos conceituados têm mostrado que os filhos de pais lésbicos e gays não têm nada de diferente dos filhos de pais heterossexuais no que se refere a problemas emocionais e outros problemas”.
No caso Karen Atala e Filhas versus Chile no Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, um amicus curiae defendendo os “pais” lésbicos que perderam a custódia de seus filhos comentou que a Academia Americana de Pediatria (AAP) “reconhece que um volume considerável de literatura profissional fornece evidência de que os filhos com pais que são homossexuais podem ter as mesmas vantagens e as mesmas expectativas de saúde, ajuste e desenvolvimento que podem os filhos cujos pais são heterossexuais”.

Tradução: Julio Severo

Monday, April 22, 2013

Evangélicos atuam forte também em assembleias

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,evangelicos-atuam-forte-tambem-em-assembleias,1023500,0.htm


Evangélicos atuam forte também em assembleias

Região Norte possui maior proporção de deputados com atuação ligada à religião

20 de abril de 2013 | 22h 14
Lourival Sant’Anna - O Estado de S. Paulo
Em quase todas as Assembleias Legislativas do Brasil, o número de deputados evangélicos cuja atuação política é marcada por sua religião é bem maior que o de católicos, revela levantamento inédito do Estado. Em todos os Estados, aqueles que se declaram católicos ainda são maioria da população.
Assim como no Congresso, que tem uma frente evangélica oficial, nas Assembleias também são os pentecostais que trazem suas convicções religiosas e morais para o topo de sua agenda. É um fenômeno relativamente novo no Brasil, que resulta de uma mobilização de diversas igrejas pentecostais – principalmente a Assembleia de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus e a do Evangelho Quadrangular – para ocupar espaço no Legislativo, na mídia e na paisagem das cidades, com seus templos espalhados pelo Brasil (e por muitos países do mundo).
Dos Estados mais ricos e populosos, o Rio de Janeiro é o que tem a maior fatia de evangélicos militantes em sua Assembleia Legislativa: 21%, próximos dos 29% de evangélicos na população. A de São Paulo também é expressiva: 11% de deputados evangélicos militantes para 24% de pessoas que se declararam evangélicas no Censo de 2010.
A região Norte é a que tem as maiores porcentagens. A Assembleia Legislativa do Acre apresenta a maior proporção de evangélicos militantes do País: 33% – exatamente a fatia de evangélicos na população. A do Amapá vem em segundo lugar: 25% dos deputados buscam o voto dos evangélicos, que são 28% da população.
Rondônia, com 17% de deputados evangélicos militantes, e Pará, com 12%, vêm atrás. Mato Grosso do Sul, Paraná, Distrito Federal, Goiás e Espírito Santo também se destacam.
Todos os Estados têm evangélicos militantes em suas Assembleias. Em contraste, em 13 parlamentos estaduais a reportagem não detectou nenhum deputado cuja fé católica seja relevante na sua atuação política. Apenas no Rio Grande do Norte e na Paraíba há a mesma proporção de evangélicos e católicos militantes: 4% e 1%, respectivamente.
Mesmo nesses casos, a desproporção é muito grande quando se compara com o contingente de fiéis nas respectivas populações: dentre os potiguares, 76% se declaram católicos e 15%, evangélicos; dos paraibanos, 77% são católicos e 15%, evangélicos. No Estado mais católico do Brasil, o Piauí, não foi identificado nenhum militante dessa fé na Assembleia, que tem 6% de evangélicos engajados politicamente – para 10% de evangélicos na população.
Desse levantamento foram excluídos os deputados protestantes e católicos cuja religião é conhecida, mas não fica explicitada na sua busca por votos nem na sua atuação parlamentar. Esses números, obtidos por meio de entrevistas com jornalistas que acompanham de perto o dia a dia das Assembleias, pesquisas nos currículos e no noticiário, não obedecem a critérios científicos.
Mas eles dão uma noção do trabalho sistemático de algumas correntes evangélicas, que se aglutinam em organizações como a Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil (Apeb) e o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). Em suas reuniões e documentos públicos, essas entidades afirmam abertamente que seu objetivo é ampliar o número de representantes evangélicos nos legislativos municipais, estaduais e federal.
Em apenas três Assembleias – de São Paulo, do Paraná e de Pernambuco – há bancadas evangélicas oficiais, como a do Congresso Nacional. Nas outras, os deputados militantes evangélicos atuam como grupo de forma pontual. Por meio de articulações políticas mais amplas, eles conseguem resultados que transcendem seus números.
Feliciano - O exemplo mais recente da crescente atuação política dos parlamentares evangélicos foi a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Pastor da Igreja Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento, o deputado é acusado de racismo e homofobia por ter publicado declarações no Twitter sobre africanos e homossexuais.
Manifestantes protestam há mais de um mês na Câmara e em várias cidades pedindo a renúncia de Feliciano do cargo. Deputados contrários ao pastor abandonaram a comissão.


“Já fui gay, hoje sou evangélico e pai de família”, diz convertido



Fonte: http://jornalgospelnews.com.br/2011/08/18/ja-fui-gay-hoje-sou-evangelico-e-pai-de-familia-diz-convertido/

“Já fui gay, hoje sou evangélico e pai de família”, diz convertido

agosto 18, 20112 Comments
Confira a história de Ricardo, ex gay que mudou sua vida após conhecer a Deus:
Aos 8 anos, tive certeza de que era homossexual. Enquanto meus amigos brincavam de carrinho, eu me divertia mesmo com as bonecas. Foi nessa época também que comecei a dançar imitando a cantora Gretchen. Apesar de sempre me mandar parar de dançar “sem eu nunca ter obedecido”, minha mãe não desconfiava da minha homossexualidade.
Aos 19 anos, fui com meus pais morar em Nazaré. A partir daí, passei a andar com gays e a freqüentar as casas deles. Ainda assim, minha mãe não acreditava que eu fosse homossexual.
Um dia, meu irmão disse a ela que achava que eu era gay. Um jovem que freqüentava a mesma igreja que minha mãe contou que havia me visto na casa de um rapaz gay. Nesse dia, meus pais tiveram a certeza de que eu era homossexual.
Já era madrugada quando cheguei em casa, mas minha família estava acordada, me esperando. A hora da verdade tinha chegado. Meu pai veio para cima de mim e perguntou se eu era gay. Eu disse que não. Ele começou a me bater, dizendo: &<47 aceitar="" acostumando="" amp="" assumir="" br="" com="" concordar.="" de="" depois="" dessa="" e="" eles="" foram="" gay="" homossexualidade.="" me="" mesmo="" minha="" o="" oc="" resolvi="" se="" sem="" surra="" tempo="" tiveram="" vez="" voc="">Comecei a ser chamado de Ricardete
A cada dia, eu ficava mais à vontade com meus amigos gays. Eles me apelidaram de Ricardete, nome que passei a usar no dia-a-dia. Decidi, então, transformar meu corpo. Fiz aplique no cabelo e comecei a usar onociclo injetável. Esse hormônio feminino estimula o desenvolvimento em homens de características femininas, como seios e bumbum maiores.
Assim que os meus peitos começaram a se desenvolver, passei a ir à praia de biquíni. Minha mãe insistia para que eu freqüentasse a igreja evangélica. Mas, apesar de eu sempre ter alimentado o temor a Deus, não O aceitava.
Fiz uma cirurgia para retirar os seios
Com 31 anos, resolvi cortar meu cabelo. A partir daí, comecei a me sentir estranho. Eu me olhava no espelho e ficava incomodado com o contraste entre o meu rosto masculino e meu corpo afeminado. Foi então que começou a minha transformação. Cinco dias depois de cortar o cabelo, decidi que faria uma cirurgia para retirar os seios. Como não podia arcar com os custos da operação, resolvi pedir ajuda ao então prefeito, Clóvis Figueiredo
Ele me deu um bilhete para que eu entregasse ao médico de um hospital filantrópico em Salvador. Marquei a cirurgia para 20 de agosto de 2007.
Passado o período de resguardo, retornei a Nazaré. Um amigo me visitou e quis me apresentar a cunhada dele, Débora. Eu e ela nos tornamos amigos.
Um dia, ela foi até minha casa e ficamos conversando no meu quarto. Ela me disse: “Pense em Deus, pois você é homem, Ricardo”. Mas o “inimigo” botava em minha boca que não, que eu não iria conseguir. E Débora me falou mais uma vez: “Pense em Deus e feche seus olhos”.
Então, fechei os olhos, e nós transamos. Foi a minha primeira relação sexual com uma mulher. Desde então, só me relaciono com ela.
Quando eu era gay, não conquistei nada
No dia seguinte, minha mãe nos convidou &<51 acabei="" aceitando="" aceite="" amp="" ao="" bora="" br="" chegarmos="" com="" como="" convite.="" d="" da="" de="" deus="" dio="" disse="" e="" edna.="" ela.="" ele="" esp="" est="" eu="" existe="" hoje.="" igreja="" interm="" irmos="" jovem="" l="" manifestou="" mas="" me="" n="" nico="" o="" para="" pastora="" por="" que="" queria="" qui="" rito="" salvador="" santo="" se="" seguinte:="" sua="" transformando="" um="" venha="" vida="">Ao escutar essas palavras, resolvi aceitar Deus e me converti. Ele entrou com a providência em minha vida. Quatro meses depois, eu estava casado, certo de que não me sentia mais atraído por homens.
Tanto que, hoje, meu desejo é somente pela Débora. Quando olho para o passado, eu me arrependo de tudo que vivi. Agora, estou feliz reconstruindo a minha história.
Minha mulher está à espera do nosso primeiro filho, que se chamará Sara ou Samuel. Deus me permitiu ganhar um sorteio de um cartão de crédito. Com o prêmio, comprei uma casa, uma moto e arrumei a nossa vida.
Hoje, sou uma pessoa feliz. Eu e minha esposa somos servos do Senhor. Antes, eu vivia de ilusão. É só comparar: em onze anos, eu não havia conquistado nada, e até aqueles que se diziam meus amigos se afastaram.
Agradeço a Deus pela mudança. Agora tenho tudo e valorizo cada uma das minhas conquistas. Deixei a profissão de cabeleireiro. Vivo de pequenos bicos e também da renda do prêmio que recebi do cartão.
Por Pollyanna Mattos
Com informações do site M de Mulher
Fonte: www.guiame.com.br / Jornal Gospel News

Músico mata mãe e irmão que não aceitavam sua opção sexual


Fonte: http://www.oimpacto.com.br/policia/musico-mata-mae-e-irmao-que-nao-aceitavam-sua-opcao-sexual/

Músico mata mãe e irmão que não aceitavam sua opção sexual

Alciney matou a mãe e irmão e feriu o pai, em ato bárbaro e covarde

Alciney, maníaco e assassino
Para ter seu espaço, não é preciso lutar muito, e nem matar a família que não aceita sua opção sexual, como fez o músico Alcinei Ferreira Gomes, de 19 anos, que foi preso acusado de matar sua mãe Maria Lita Gomes da Silveira, de 41 anos, e seu irmão Alen Luiz Gomes da Silva, 13, na residência da família, na noite desta terça-feira, na Zona Leste de Manaus. Ele ainda tentou matar o pai, Sildonor Ferreira da Silva, de 38 anos, com duas facadas. Segundo a Polícia, Alcinei confessou e disse que os assassinatos aconteceram após uma discussão em família. E tudo porque seus pais e o irmão não aceitaram quando Alcinei resolveu sair do armário e contar que ao cair das noites ele saia do casulo e virava “borboleta”.
Segundo relato do delegado Mariolino Brito, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), ao jornal A Crítica, de Manaus, o gay assumido Alcinei Ferreira pode ter premeditado o crime. O músico se apresentou espontaneamente na Delegacia ainda na noite de terça-feira. O pai dele foi internado no hospital, e não corre o risco de morrer.
Informações policiais indicam que Alcinei esfaqueou primeiro a mãe e em seguida o irmão mais novo. Após praticar os homicídios, esperou o pai chegar do trabalho, na frente da casa, e o atingiu na cabeça com um pé de cabra. O pai do músico ainda recebeu golpes de faca nas costas, antes de conseguir desarmar o filho.
O corpo de Maria Lita foi encontrada em um dos cômodos da residência e do irmão mais novo, embaixo da cama de um dos quartos. Em depoimento à Polícia, Sildonor disse que seu filho já havia sido submetido a tratamento no Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus.
Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) na noite de terça-feira e velados na manhã de quarta-feira, na residência da família. No local, familiares e amigos estavam assustados com a atitude do músico. Vizinhos afirmaram que ele era um bom filho e nunca levantou suspeitas de que era assassino, muito menos homossexual.
O delegado Mariolino Brito já entrou com pedido de prisão preventiva contra Alcinei Ferreira Gomes, o músico gay, pois ele representa perigo para a sociedade. A Polícia aguarda pela sentença de um juiz plantonista para encaminhar o preso para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, ainda esta semana.
Por Carlos Cruz com informações de A Crítica

'Se fosse homofóbico, não me aceitaria; ele respeita minha opção'

'Se fosse homofóbico, não me aceitaria; ele respeita minha opção'

FAÇA PARTE DA FAMÍLIA DE DEUS

PORQUE HÁ UM SÓ DEUS, E UM SÓ MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS, JESUS CRISTO HOMEM (1a. Timóteo 2:5)

Deus se importa com a sua vida desde o útero da sua mãe! Daí a ABRACEH se importar com a vida humana da concepção até a morte natural (Salmos 139).

Deus o(a) criou a Sua imagem e semelhança: macho e fêmea (Gênesis 1:26-27).

Imagem e semelhança comprometidas: Deus pode restaurá-las de forma que você resgate a sua identidade conforme Ele o(a) criou: macho-homem e fêmea-mulher.

Cuide da sua mente (Romanos 12:2) para não transformar o mal em bem e o bem em mal (Isaías 5:20).

Viva a Palavra de Deus de forma que você herda o reino de Deus (1a. Corintios 6:9-11).

CONDIÇÃO PARA DEUS SARAR A NOSSA NAÇÃO: "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."(2a. Crônicas 7:14)

"CRÊ NO SENHOR JESUS E SERÁS SALVO, TU E A TUA CASA" (Atos 16:31)